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Sábado, 30 de Agosto de 2014

Fairytale ~ 16

                - O que é que aconteceu? – Perguntou Duarte.

                - Estão uns homens – Começou Rute, mas logo foi interrompida por um homem que também subiu as escadas, sendo ele o líder do ganga onde Catarina estava inserida.

                - Onde é que está o Mateus?! – Gritou o homem, apontando uma arma ao grupo.

                Gonçalo abraçou Maria, tentando protegê-la e Duarte fez o mesmo com Rute e Francisca, ampurrando-as para trás de si. Os dois rapazes , sem armas e impotentes, ficaram parados, sem saber bem o que fazer.

                - Onde é que ele está?! – Voltou a gritar o homem.

                - O que é que quer do Mateus? – Perguntou Duarte.

                - Quero ajustar contas com ele. – Disse o homem.

                Logo de seguida, os outros dois homens que tinham invadido a casa subiram as escadas e um deles falou para o homem que já tinha subido anteriormente.

                - Ele não está lá em baixo.

                - Então abram todas estas portas e encontrem-no.

                Os dois homens viraram costas e começaram a abrir portas, sendo que a primeira foi a da casa de banho, não encontrando nada. A segunda, era um grande closet que continha roupa especialmente desenhada para as diferentes missões que os três rapazes tiveram que cumprir. A cada porta que avançavam, a respiração e o batimento cardiaco de Francisca acelaravam cada vez mais. Ao colocar a mão na maçaneta da terceira porta, Francisca não se conteve e gritou.

                - Não! – Gritou ela, sabendo que esse era o quarto onde Mateus estava, deitado na cama, indefeso.

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                - Mas porque é que estamos aqui? – Perguntou Laura.

                - Porque temos que ajustar contas com uma pessoa. – Respondeu a sua tia, esposa do líder do gang.

                As duas estavam sentada no carro, estacionado em frente à casa. O seu tio e os seus dois primos já tinham entrado e Laura e a sua tia estavam atentas, caso algo corresse mal.

                - Ajustar contas com quem? Porquê? – Insistiu Laura.

                - Lembraste daquele namorado que a tua prima teve antes de... tu sabes.

                - Sim, o... Mateus. Era esse o nome dele, não era?

                - Sim. Foi por causa dele que a tua prima entrou em depressão e se suicidou e agora temos de ajustar contas com ele.

                - O quê? Mas... não! Não foi ele! Ele não teve nada a ver com isso! Oh meu Deus, eu tenho de impedir o tio!

                Laura imediatamente desaperta o seu cinto de segurança e sai porta fora, correndo para a casa, sem que a sua tia a pudesse impedir.

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                O homem sorri maliciosamente, sabendo que finalmente encontrou quem procurava. Foi ter com os dois outros homens e abriu a porta, expondo um rapaz, emgessado, deitado na cama e com um ar confuso. Entretanto, Duarte e Gonçalo tiveram tempo de ir bsucar armas aos seus quartos e chegar ao quarto de Mateus a tempo.

                - Larga a arma! – Ordenou Duarte, apontando a arma ao homem mais velho.

                Os outros dois apontaram-lhe a arma e Gonaço tentou apontar-lhes a arma a eles, mas sabia que nunca ganharia esta batalha. O homem que encarava Mateus, virou-se encarando Duarte.

                - É melhor desistirem. Nós somos três, vocês são só dois...

                Duarte e Gonaçlo olharam para baixo, sabendo que ele tinha razão. O homem virou-se para Mateus e apontou – lhe a sua arma, pronto a disparar. As três rapariga estavam do lado de fora do quarto, completamente petrificadas, assustadas e sem saber o que fazer. De repente, ouvem a porta da frente da casa a abrir e ouvem passos apressados a subir as escadas.

                - Parem! Parem! – Grita Laura, ao subir as escadas. Ao chegar ao cimo, vê o aparato num dos quartos e vê o seu tio, apontando uma arma a Mateus.

                - Pare! – Grita ela, chegando ao pé dele.

                Os seus primos tentam pará-la, mas não conseguem, pois não podem desviar a sua atenção de Duarte e Gonçalo. O seu tio, assusta-se e vira-se.

                - Pare! O Mateus não teve nada a ver com a depressão da sua filha! Ela já estava assim antes de eles começarem a namorar...

                O seu tio, lentamente baixou a arma.

                - O que é que estás para aí a dizer? – Perguntou ele.

                - A Clara já tinha uma depressão há muito tempo mas sempre tentou escondê-la. Eu conhecia – a melhor do que o resto da famíla e sei o que ela sofria em silêncio. O Mateus não teve nada a ver com isso. Muito pelo contrário. Quando o Mateus apareceu na vida dela ela parecia muito mais feliz. E pode parecer que depois de eles acabarem foi quando ela ficou depressiva, mas não. Ela só começou a demonstrar a sua tristeza depois da relação deles acabar porque sabia que era a desculpa perfeita. Em vez de dececionar a família com algo do género, ela podia simplesmente dizer que estava triste porque tinha acabado com o namorado. Mas na verdade essa não era a verdadeira razão...


Maятa às 15:20

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3 comentários:
De francis marie a 30 de Agosto de 2014 às 19:48
E qual é a verdadeira razão???
Adorei muito ^^


De anna williams a 31 de Agosto de 2014 às 16:37
Que capítulo fantástico! Estás a evoluir mesmo muito :)
Estou curiosa para saber o resto, afinal, qual é a verdadeira razão?
Beijocas*


De twilight_pr a 1 de Setembro de 2014 às 16:17
Desculpa só ter lido agora, mas como estive de férias não consegui ler.
Mas já li o que tinha em falta e adorei o que li!
Ah e mal posso esperar para saber mais!


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